sexta-feira, 18 de abril de 2008

A FLOR DA PALAVRA


Anterior a todo sofrimento,
É o poema nascido agora:
Graças a Deus, não veio a tempo
De ver as guerras dos homens de outrora.

Abriu o chão, seco e entristecido,
O silêncio e a leveza do poema...
Espalhou flores e trouxe sentido
Nos olhares humanos, e vida plena...

Por ser tão divino, ele permanece.
E caminha voando, sem que viesse
A destruição de armas e soldados.

O poema nascido no meio do mundo
Rompeu os céus, atravessou o rio imundo
Das discussões, e cresceu...para todos os lados!

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